Meu perfil
BRASIL, Sudeste, JUNDIAI, Mulher, 23 a, jornalista, baixinha e corinthiana

Histórico
    Categorias
    Todas as Categiorias
      Oficina da Notícia
      Pequenos Reparos - Cotidiano
      O Ronco do Motor - Literatura
      Vida Rural
      Repórter Corinthiana


    Votação
    Dê uma nota para meu blog


    Outros sites
    Blog da Ermã - Naty Teacher Forever
    Te dou um dado?
    Letroca
    Tutty Vasques
    TV Educativa - Jundiaí
    Jornal da Cidade - Jundiaí
    Jornal de Jundiaí
    Jornal Bom Dia - Jundiaí
    Rádio Cidade - Jundiaí
    Blog do Professor Rafael Porcari
    Bicho Legal
    Garotas que dizem ni






    Oficina da Notícia


    Para você estar passando adiante

     
     

    Para você estar passando adiante

    Por Ricardo Freire – Jornal da Tarde 16/02/2002

    Este artigo foi feito especialmente para que você possa estar recortando e possa estar deixando discretamente sobre a mesa de alguém que não consiga estar falando sem estar espalhando essa praga terrível da comunicação moderna , o Gerundismo.

    Você pode também estar passando por fax, estar passando pelo correio ou estar enviando pela internet. O importante é estar garantindo que a pessoa em questão vá estar recebendo esta mensagem, de modo que ela possa estar lendo e, quem sabe, consiga até mesmo estar se dando conta da maneira como tudo o que ela costuma estar falando deve estar soando nos ouvidos de quem precisa estar escutando.

    Sinta-se livre para estar fazendo tantas cópias quantas você vá estar achando necessárias, de modo a estar atingindo o maior número de pessoa infectadas por estar epidemia de transmissão oral. Mais do que estar repreendendo ou estar caçoando, o objetivo deste movimento é estar fazendo com que esteja caindo a ficha nas pessoas que costumam estar falando desse jeito sem estar percebendo.

    Nós Temos que estar unindo para estar mostrando a nossos interlocutores que, sim, pode estar existindo uma maneira de estar aprendendo a estar parando de estar falando desse jeito. Até porque, caso contrário, todos nós vamos estar sendo obrigados a estar emigrando para algum lugar onde não vão estar nos obrigando a estar ouvindo frases assim o dia inteirinho.

    Sinceramente nossa paciência está estando a ponto de estar estourando. O próximo “Eu vou estar transferindo a sua ligação” que eu vá estar ouvindo pode estar provocando alguma reação violenta da minha parte. Eu não vou estar me responsabilizando pelos meus atos. As pessoas precisam estar entendendo a maneira como esse vício maldito conseguiu estar entrando na linguagem do dia-a-dia.

    Tudo começou a estar acontecendo quando alguém precisou estar traduzindo manuais de atendimento por telemarketing. Daí a estar pensando que “We’ll be sending it tomorrow” possa estar tendo o mesmo significado que “Nós vamos estar mandando isso amanhã” acabou por estar sendo só um passo. Pouco a pouco a coisa deixou de estar acontecendo apenas no âmbito dos atendentes de telemarketing para estar ganhando os escritórios. Todo mundo passou a estar marcando reuniões, e estar considerando pedidos e a estar retornando ligações. A gravidade da situação só começou a estar se evidenciando quando o diálogo mais coloquial demonstrou estar sendo invadido inapelavelmente pelo gerundismo.

    A primeira pessoa que inventou de estar falando “e vou tá pensando no seu caso” sem querer acabou por estar escancarando uma porta para essa infelicidade lingüística estar se instalando nas ruas e estar entrando em nossas vidas.

    Você certamente já deve ter ouvido coisas como “O que cê vai tá fazendo domingo?”, ou “Quando que cê vai tá viajando pra praia?”, ou “Me espera, que eu vou tá ligando assim que eu chegar em casa”. Deus, o que a gente pode tá fazendo pra que as pessoa tejam entendendo o que esse negócio pode tá provocando no cérebro das novas gerações?

    A única solução vai estar sendo submeter o gerundismo à mesma campanha de desmoralização à qual precisaram estar sendo expostos seus coleguinhas contagiosos, como o “a nível de”, “enquanto”, o “pra se ter uma idéia” e outros menos votados. A nível de linguagem, enquanto pessoa, o que você acha de tá insistindo em tá falando desse jeito?



     Escrito por Marília P. G. às 22h08
    [] [envie esta mensagem] []



    Oficina da Notícia

     
     

    Oficina da Notícia

    Revisão sempre!

    Parabéns a um jornal de Jundiaí que todo domingo está trazendo matéria especial sobre uma entidade assistencial de cidade. Achei muito interessante a iniciativa!

    Só peço que lembrem as chamadas de capa que já fizeram... Uma outra edição dizia que a entidade "podia ser chamada de porta da esperança" e a de ontem, "casa de esperança". Ou minha memória não está boa, ou está MUITO boa!



     Escrito por Marília P. G. às 17h13
    [] [envie esta mensagem] []



    Oficina da Notícia

     
     

    Oficina da Notícia

    Receita para fazer jornalismo hoje

    Quantidade, variedade, pressa, precisão, especialização, tempo.

    Violência, política, economia, dinheiro, cultura, globalização.

    Pegue todos estes ingredientes e misture com jornalismo.

    Não deixe muito tempo no forno, na cabeça, computador ou papel.

    A receita não pode ser precisa. Você deve simplesmente fazer e fazer sempre o melhor possível com o que tem em mãos.

    Sirva em jornais, revistas, internet, rádio, televisão ou celular.

    Rende porções para muitas pessoas, conforme a demanda. Por isso mesmo é preciso caprichar nos ingredientes e sabores.

    Boa sorte!



     Escrito por Marília P. G. às 08h16
    [] [envie esta mensagem] []



    Oficina da Notícia - Consertando a mim

     
     

    Oficina da Notícia - Consertando a mim

    E vamos colocar um pequeno texto meu neste espaço. Também preciso de "consertos e reparos"!

    Estou fazendo um curso e o primeiro exercício era ir a um local e ouvir, de olhos fechados, os sons dali. Depois reproduzir a experiência em um texto. Voilá! (Sem cortes, sem alterações!)

    OUVIR

    Sentar-se, fechar os olhos e ouvir. Simples. Difícil mesmo é afastar pensaentos, esquecer o que eu vi... Esquecer era necessário porque eu vi que estavam jogando futebol e me concentraria nisso.

    E foi bem isso que aconteceu... Primeiro tentei ouvir o que falavam no jogo, mas acabei "sintonizando" em uma conversa próxima:

    - Aquela mina que sentou na ponta quer falar com você!

    Então voltei ao futebol.

    Um barulho de gol, aquele barulho familiar. Esperei para ver se alguém comemorava. Ouvi:

    - 2 x 2

    - 2 x 1

    - Não! 2 x 2!

    - Empatamos, ... (essa frase foi dita acompanhada por um palavrão, que eu não ousaria falar aqui, no primeiro encontro da turma!)

    Futebol = palavrão. Foi isso que eu pensei. Achei melhor me concentrar em outros sons, senão não poderia reproduzir as conversas para contar a todos na sala...

    Tirei este pensamento da cabeça para parar de escutá-lo e escutar o que estava além. Ouvi ônibus, carros, ou pelo menos era o baulho do trânsito...

    Então ouvi alguém varrendo com aquelas vassouras feitas de folhas de árvores. Imediatamente me concentrei mais com o ruído, de certo modo familiar. Passei, então, a ouvir crianças ao longe e pássaros. Tentei ver se reconheceria algum canto. Eram dois diferentes. Talvez até três. Me esforçava para ouvir e ver se eu conhecia.

    Então, outro palavrão do jogo me distraiu.

    E o tempo acabou...



     Escrito por Marília P. G. às 14h13
    [] [envie esta mensagem] []



    Oficina da Notícia

     
     

    Oficina da Notícia

    Mistério de Assalto

    Pois é! Pra quem acompanha o blog há mais tempo (acho que é só a minha irma... mas tenho esperanças! rs...), vai lembrar! Sempre comento dos assaltos mais estranhos do mundo. E faz tempo qu não encontro um que seja digno de comentário. Ainda bem que surgiu esse!!! Chega de conversa e vamos lá!

    O bandido repetiu a vítima. Até aí você pode achar, sei lá, normal. Mas é que o cara não gostou. Na hora do assalto, ele falou para a mulher:

    - De novo, moça?!



     Escrito por Marília P. G. às 21h18
    [] [envie esta mensagem] []



    Oficina da Notícia

     
     

    Oficina da Notícia

    É a rebinboca da parafuseta!

    Uma coluna social, duas fotos de pessoas diferentes, mesma legenda...

    ***

    Oficina da TV

    Outro dia, a Docinho, das Meninas Super Poderosas (ai, como é que ficou depois da reforma? Será que é assim?), falou:

    - Vamos chutar a bunda deles!

    Achei bastante educativo, bem infantil mesmo...



     Escrito por Marília P. G. às 21h08
    [] [envie esta mensagem] []



    Oficina da Notícia

     
     

    Oficina da Notícia

    Que potência!

    O Evaristo Costa está maravilhoso na série sobre as quadrilhas! Apaixonado

    As matérias também estão boas...



     Escrito por Marília P. G. às 23h00
    [] [envie esta mensagem] []



    Oficina da Notícia

     
     

    Oficina da Notícia

    Extra! Extra! Extra!

    Não é mais necessário diploma para ser jornalista. STF resolveu isso ontem...

    Agora teremos novos casos como o da Escola Base e muito assunto aqui no Oficina....



     Escrito por Marília P. G. às 15h00
    [] [envie esta mensagem] []



    Oficina da Notícia

     
     

    Oficina da Notícia

    Cartão Amarelo!

    Hoje um jornal aqui da minha cidade citou o jogador Elias, do Corinthians, ao invés do Cristian, quando comentou sobre o lance de desentendimento com o jogador Carlos Alberto, do Vasco.

    Cartão Vermelho!

    Mas não é só em veículos de comunicação de Jundiaí que estas coisas acontecem. Em uma das maiores (se não a maior) emissora de televisão do país, aparecia "FINAL DA COPA DO BRASIL: CORINTHIANS X CORITIBA".

    Levou um tempinho para corrigirem...



     Escrito por Marília P. G. às 14h52
    [] [envie esta mensagem] []



    Oficina da Notícia

     
     

    Oficina da Notícia

    PARA TUDO!

    Eu estava preocupada que não colocava mais nada nesta categoria. Então a musa FÁTIMA BERNARDES me deu de presente uma frase, dita agorinha mesmo ao vivo no Jornal Nacional!!!

    Um repórter entrou ao vivo para comentar sobre os jogos de hoje pela Copa do Brasil e comentou da diferença que faz jogar "em casa". Mostrou o time visitante chegando no estádio e ninguém nem ligando e o time da cidade sendo recebido carinhosamente e com muito barulho pelos torcedores.

    Então o simpático repórter diz que é visível a diferença. E querida Fátima complementa:

    "Com certeza a torcida é o 13º jogador"

    Fátima, querida, olha só, futebol tem 11 jogadores... Quem seria, na sua visão, o 12º então?!

    Mas, querida, não fica triste não, você continua sendo minha musa e de muita gente. E que nem todo mundo é apresentador do Jornal Nacional, né, gata?!



     Escrito por Marília P. G. às 21h05
    [] [envie esta mensagem] []



    [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]