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    Dedos Cruzados

    Uma data especial, merece um texto especial... Feito pela jornalista Grasiele Maia há alguns anos, mas é praticamente atemporal. Paixão é assim!

    Dedos cruzados

    Dedos cruzados. Pernas inquietas. O coração? Coitado... estava na garganta. Nenhum som podia emitir, estava no ônibus voltando para casa e ali muitos não me entenderiam ou me fuzilariam com seus olhos sonolentos, sem entender a importância daquele momento.
    O caminho para casa parecia mais longo. Minha ansiedade e agonia não permitiram que eu tirasse o meu cochilo rotineiro, que muitas vezes me fez passar do ponto certo.
    Precisava chegar logo em casa, era uma questão de vida ou morte.
    Cheguei! Desci rapidamente do ônibus, a chave do portão já estava engatilhada, mesmo assim, o nervosismo não deixou que eu acertasse a fechadura.
    Subi as escadas correndo, abrir a porta da sala e sem retirar a mochila das costas, fiz o que esperava a 90 minutos...
    Assistir ao jogo do Corinthians contra o Botafogo.

     

     

    Não era a primeira vez que assistir a uma semifinal com o Corinthians, mas o jogo contra o Botafogo tinha um sabor diferente.
    Em 2007, sofremos com o rebaixamento para a série B e a corrupção correu solta no Parque São Jorge. Esse era o momento de mostrarmos que temos condições de voltar de onde nunca deveríamos ter saído.
    Tínhamos perdido o 1º jogo por 2 a 1, com um gol nos instantes finais da partida.
    A torcida cooperou e rapidamente esgotou os ingressos para a partida de volta.
    Dentro de campo tínhamos que fazer um gol, apenas um, seria o suficiente para chegarmos à final da Copa do Brasil e quem sabe a tão sonhada Copa Libertadores. Mas estamos desfalcados, faltavam quatro titulares. A situação não era das melhores...
    O jogo foi do jeito que a torcida gosta...
    Corinthians começou o jogo impondo seu ritmo e teve boas chances de marcar ainda na 1º etapa.
    Segundo tempo começa com Mano Menezes já expulso, coloca Acosta no lugar de Fábio Ferreira. Devo confessar que ouvir o nome de Acosta, não foi muito confortável, mas para calar minha boca...
    Aos 7 minutos, depois do cruzamento de Herrera, Acosta faz a galera vibrar, afinal era o gol da classificação.
    Pela rádio conseguia imaginar a alegria da torcida, da mesma forma também imaginei e senti a frustração que silenciou o Morumbi, 3 minutos depois com o gol de Renato Silva. Assim como o símbolo do time, havia alguns torcedores solitários comemorando a possível virada de mesa, o empate favorecia o Botafogo.
    A partir daí foi só sofrimento, ouvir uma semifinal pela rádio, dentro de um ônibus, sem esboçar nenhuma reação... foi demais pra mim.Ainda dentro do ônibus, gritei “calada” ao gol de Chicão, que levaria o jogo aos pênaltis.
    Querendo tirar o corpo fora, o juiz termina o jogo sem acréscimos.
    E lá vamos nós...
    Nessa hora vale tudo: ajoelhar na sala, cruzar os dedos (incluindo dos pés), apertar o santinho, como se a cada apertão “ele” fosse ajudar cada pênalti convertido a nosso favor.
    Os goleiros como se estivessem ensaiando, saíram para o mesmo lado, tirando um peso das costas dos batedores, que agradeciam aos céus.
    Cansado de brincar, Felipe acertou o canto e rebateu o chute de Zé Roberto. Ufa, estávamos na final. Aliviados?
    Até o próximo apito. Terei tempo de lavar a camiseta da sorte, afinal superstição nunca é demais

    Grasiele Maia, jornalista e corinthiana roxa sim, senhor! Visite o blog dela: http://blogdagrasi.blogspot.com/

    Ah, e não esqueça de comemorar o aniversário do Corinthians!



    Categoria: Repórter Corinthiana
    Escrito por Marília P. G. às 20h48
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    As musas e a poesia em mim

    Este é um texto que fiz para um concurso, que não ganhei... rs... Espero que gostem, afinal falo das inspirações que tive através das professoras que passaram pela minha vida. Falo apenas de algumas poucas, afinal, tive a honra de ter musas maravilhosas e grandes mestres!!!

    As musas e a poesia em mim

    Será possível aprender a escrever tão bem como os poetas? Ou será que este dom nasce com a pessoa? É possível aprender a escrever para ser jornalista, como sou. Boa parte das letras já nasceram dentro de mim, assim como os textos nascem primeiro em mim para depois irem para o papel ou para o computador. E muito é introduzido, apresentado, para então me inspirar...

    Grandes mestres me trouxeram a inspiração. Lembro da professora Daniele, queridíssima, loirinha, magrinha, de pele branca, que foi a primeira professora que me fez fazer uma prova de recuperação... justo de português, minha matéria preferida!

    Ainda nesta linha de professoras de português, lembrei da Micaela, também loira, também magra, também de pele branca... daquelas brancuras que as musas dos poemas tem....

    Com a Daniele descobri meu poeta preferido: Vinícius de Moraes, que escreveu as mais belas frases sobre o amor, exatamente como eu o sinto hoje: “Amo-te como um bicho simplesmente, de um amor sem mistério e sem virtude, com um desejo maciço e permanente. E de te amar assim, muito e amiúde, é que um dia em teu corpo, de repente, hei de morrer de amar mais do que pude”...

    Com a professora Micaela fui apresentada a muitos outros poetas maravilhosos, como Camilo Castelo Branco e seu Amor de Perdição, como todos os amores são, como muitos amores nos levam à perdição...

    Sofri pensando “Se eu morresse amanhã, viria fechar meus olhos minha triste irmã?” e descobri que eu e o poeta Álvares de Azevedo fomos separados por muitos anos e nossa data de nascimento traz a diferença de um dia no mês de setembro...

    Também meu nome foi emprestado por Tomás Antônio Gonzaga para falar de sua musa... O pseudônimo de Dirceu fui usado pelo meu amado para me conquistar... E Tomás vai emprestar seu nome para, quem sabe um dia, batizar nosso filho.

    Outros também emprestaram as palavras de Dirceu de Tomás para me encantar, mas me fiseram apaixonar pela poesia...

    Na faculdade, outra professora, também da área de Letras, também loira, também magra, me apresentou ao jornalismo poético, aquele não segue as regras estabelecidas, aquele que conta tudo aquilo que eu, leitora, quero saber: como é esta pessoa? Como estava o lugar? Tinha cheiro? E sentimento? Não tinha?

    As letras e os sentimentos misturados. A poesia em minha vida. Escrever, ler, comer, dormir, viver...

    E quando chegar minha vez de fazer poemas, não vou me inspirar nos poetas, que tanto me encantaram. Vou me inspirar nas minhas musas, sempre loiras, sempre magras, sempre brancas, sempre inteligentes, sempre me levando para as letras e para a poesia.

     



    Categoria: O Ronco do Motor - Literatura
    Escrito por Marília P. G. às 23h20
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    Caso ou compro uma bicicleta de quatro rodas, motor 1.0, duas portas, flex?!

    Sabe aquela frase velha e batida: caso ou compro uma bicicleta? Então, este dilema é muito real e estou passando por ele... Lógico que a bicicleta tem quatro rodas e provavelmente terá um motor 1.0, duas portas e ser flex, porque é o modelo que vou poder comprar...

    Gasto meu dinheiro com este investimento ou guardo para casar? Afinal, casamento com o Sandro pede vestido de noiva, igreja, músicos na igreja, decoração da igreja, festa, local da festa, comida e bebida na festa, decoração da festa, convites, cabelo, maquiagem, unhas pintadas, sapato... Ah, é, casa também né?!

    Com a 'bicicleta' vou poder ir para todos os lugares que quiser com muita facilidade e conforto. Com o casamento  vou poder ir para alguns lugares e outros não, mas vou poder usar a bicicleta do marido, que ainda é bem nova, sabe?

    Mas é dele.... nada meu! Só se o casamento for com comunhão total de bens!

    Ih, tem isso também no casamento!!! O casamento civil, no cartório!

    Com a bicicleta, vem o combustível, seguro, IPVA, blábláblá...

    Com o casamento, contas divididas, comidas pouco saborosas, chão sujo, roupas para passar, uma companhia full time que vai me fazer tomar decisões importantes e discussões sérias usando pijama...

    Tão diferentes, tão ruim, tão bom... Tantos benefícios, tantas problemas...

    A bicicleta é mais fácil de desfazer o negócio... o casamento tem mais valor....

    E quanto mais eu penso sobre o assunto, mais invoco a velha frase: caso ou compro uma bicicleta?



    Categoria: Pequenos Reparos - Cotidiano
    Escrito por Marília P. G. às 21h19
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