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    Domingo a noite de alegria, segunda mais feliz

    Férias... delícia né? E no domingo a noite, então? E se o Corinthians tiver ganhado? E se for de goleada? E se for do líder? E se o líder for o São Paulo? Poderia até colocar mais uns motivos, mas 5 já tá bom, não é Ceni????

    Aí a segunda-feira é de muito frio e você pode passar o dia enrolada no cobertor: perfeito!

    vou deprimir quando isso acabar...



    Escrito por Marília P. G. às 23h23
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    E o trem das 11 partiu....

    Os Boemios de Adoniran, uma excelente peça, com atores/cantores/dançarinos de primeira.

    A cenografia simples foi muito bem elaborada.

    É com este tipo de espetáculo que as Secretarias de Culturas espalhadas por aí devem investir o dinheiro público. E com este tipo de espetáculo que nós, público, devemos gastar nosso dinheiro. (Apesar de ontem, por conta do patrocínio da Prefeitura, ter sido de graça!)



    Categoria: Pequenos Reparos - Cotidiano
    Escrito por Marília P. G. às 15h58
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    Diário de Férias

    Férias! Que delícia!

    Apesar da semana tumultuada, ontem relaxei e fui no aniversário de uma amiga (Parabéns, Ana Paula, Querida!). Contei até para os garçons que eu estou de férias. Pensa numa pessoa feliz?!



    Categoria: Pequenos Reparos - Cotidiano
    Escrito por Marília P. G. às 11h23
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    Férias na roça

    Férias! Objeto de desejo...

    Nestes quatro dias de férias, eu já trabalhei, já comprei, já malhei, já fiz uma parte do meu TCC... e quase não tive tempo para aproveitar estas férias!!!

    Algumas coisas que eu tinha planejado fazer nestes primeiros dias, não fiz. Mas ainda há 16 dias pela frente. Espero que sejam bastantes!!!

    Mas nestes quatro dias, almocei na casa da vovó, que fez com suas próprias a massa para um delicioso noque. Fiquei com vontade de filmar as mãos dela cortando a massa, polvilhando mais farinha e preparando cada bolinha de noque.

    Também cheguei em casa e fui recepcionada por cerca de 20 galinhas galinhas d'Angola. Quantas pessoas chegam em casa e encontram galinhas d'Angola no jardim?!

    E esta manhã, me esquentei no sol ao lado do vovô, ouvindo suas histórias...

    Férias... que delícia ter férias!



    Categoria: Vida Rural
    Escrito por Marília P. G. às 11h56
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    Tchau, I have to go now, tchau!

    E hoje o dia fica marcado por dois fatos importantes, um na política, outro no futebol. Os dois fatos tem o mesmo motivo: despedida. A diferença é que um nos deixa alegre e outro, entristece. com um, ganhamos, com o outro, perdemos.

    E teremos festas para os dois. O repertório musical será diferente...

    Na despedi do ministro Antonio Palocci, escolheremos músicas com as palavras Adeus ou Tchau. E a política nos deixa feliz, acredita? E o jornalismo mais uma vez mostra sua força! A denúncia surgiu a partir de uma matéria, lembram?!

    Já na despedida do jogador de futebol Ronaldo, o Fenômeno, já tem música certa, uma homenagem de Marcelo D2: "Sou Ronaldo!"

    Sim, o cara teve uma música feita para ele. Nem preciso dizer que seu desligamento do futebol é uma triste notícia, mesmo com o cara não estando na melhor 'forma' (mas ainda realizando maravilhosas jogadas quando a bola, sua grande amante, o encontrava), mesmo com o cara não jogando todo o futebol que ele já mostrou antes...

    Sim, a política nos trouxe mais alegrias que no futebol, pelo menos com as despedidas de hoje.

    OBS: Agora, sugira músicas pro set list da festa do Palocci! Vale todos os ritmos!



    Escrito por Marília P. G. às 21h14
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    Sentido em Escrever

    Não sei exatamente porque faço mas sei que ADORO! Adoro muito! Sinto necessidade, prazer em fazer. Mesmo que os outros não leiam, não gostem. Eu gosto de fazer, sinto alegria em fazer.

    Às vezes, quando me envolvo muito na história, com as pessoas, eu demoro mais para colocar no papel o que eu tenho que contar. Preciso que fique guardado em mim, seja só meu por um tempo. Quando começo a escrever sobre uma experiência marcante, a escrita é algo físico, fico cansada, quase como um parto, eu imagino. NASCEU! Nasceu o texto! Está fora de mim... Não é mais somente minha a experiência. Mas eu tinha que levá-la ao conhecimento dos outros . Quero que saibam o que vi, o que existe, o que acontece. Não entendo esta necessidade. Não sei se é porque gosto de cadernos, papéis, do cheiro que tem, da maciez, do toque leve. Também podem ser as canetas, as cores, o movimento dos dois juntos, o som do escrever, sentir minha mão esfregando levemente o papel, que textura deliciosa. Pode ser porque eu gosto de ver o papel vazio se unir à tinta da caneta e então ficar cheio, vivo, repleto de letras e palavras, frases e histórias, sentimentos e explicações, que vão gerar mais dúvidas.

    Talvez eu goste tanto assim de escrever porque gosto mesmo de ter algo para ler, para agradar meus olhos. E ler em voz alta. Sentir que o papel, a caneta e a mão fizeram palavras, histórias que terão sonoridade assim que os lábios se separarem e a língua começar seu trabalho. E os ouvidos agradecerem, satisfeitos em participar deste processo, de ser beneficiado também com a escrita.

    Mas o que eu acho que mais gosto no escrever é que através da escrita posso sentir e passar adiante o que sinto para, quem sabe, alguém também sentir.

    Escrevo para lembrar das sensações, das conversas, do momento. Para não me esquecer das histórias e das pessoas.

    Escrevo para curar minhas feridas. Para mexer nas feridas dos outros e sangrarmos juntos.

    Escrevo pára ter prazer, para me sentir útil, para talvez mudar uma parte do mundo em que vivo, minha comunidade, meus amigos, e, tomara, os desconhecidos.

    Escrevo para clarear, explicar, entender. Escrevo para viver. Escrevo para sentir todos os meus sentidos. A mão que toca o papel (e agora as teclas do computador). Os olhos que já viram histórias e pessoas e que quer agora enxergar novamente através das letras. O nariz que sente o cheiro de papel, seja de caderno novo, jornal velho ou tinta de impressora. Os lábios e a língua que saboreiam as palavras lidas em voz alta. O ouvido que recebe pacientemente e com prazer cada som produzido pelas letras agora lidas e que foram deixadas no papel.

    É estranho gostar tanto de escrever e muitas vezes guardar meus escritos para que ninguém mais leia, apenas eu, que com certeza vou voltar a buscá-los e a ler, para sentir novamente o que senti quando coloquei cérebro, sentimento, mão, papel e caneta para trabalharem juntos.

    Muitas vezes escrevi poesias, mas ninguém leu. Penso em publicá-las com um pseudônimo para que nunca saibam realmente o que senti. Acho que é por isso que virei jornalista. Coloco outras pessoas falando sobre aquilo que eu senti. Escrevo para me libertar, mas não quer contar a todos que estou livre. Me escondo atrás de personagens, de outras histórias e de gavetas que guardam meus escritos. Me escondo atrás de papel, caneta e palavras. E é através deles mesmo que outras vezes me mostro.

    Escrever é contraditório. É mostrar e esconder. É sentir e fingir. É dar e receber. É egoísta.

    Escrever é necessário, assim como ler, respirar, comer, dormir. Fico chata quando não faço estas coisas. Preciso de todas e de cada uma. Preciso de papel, de caneta, de cama, de palavras, de comida, de texto. São eles que me fazem viver e continuar viva, me alimentam. E quero que outros vivam também. Por isso ofereço palavras, ofereço histórias, ofereço sentimento e, quem sabe, sentido.



    Categoria: O Ronco do Motor - Literatura
    Escrito por Marília P. G. às 15h07
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