BRASIL, Sudeste, JUNDIAI, Mulher, jornalista, corinthiana, adoro animais!

 

   

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    Oficina da Mari



     
     

    As aparências enganam

    Todo mundo costuma me dar menos idade do que tenho, e isso é ótimo. A média hoje em dia é 19 anos.

    Mas gosto mesmo das profissões que normalmente me dão:

    - Você tem cara de professora de educação infantil (Deve ser o tamanho que lembra muito o das crianças...)

    - Você é advogada? (Será que é por que eu argumento muito?)

    - Você é psicóloga! (Tenho afinidade com loucos!)

    Não, não, sou jornalista. O que não deixa de ser uma mistura de todas estas outras profissões, com excessão das crianças, claro!



    Categoria: Pequenos Reparos - Cotidiano
    Escrito por Marília P. G. às 07h54
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    Receita de Jornalismo

    Você é um daqueles que quando conhece alguém que é jornalista fala: "nossa, q bacana! acho uma profissao mto da hora"?

    Seja bacana também e siga a receita para fazer jornalismo:

    1. Comece o primeiro parágrafo respondendo às seis perguntas básicas: o que, quem, quando, como, onde e por que.

    2. Na sequência, verifique se há informações extremamente relevantes para dar sequências ao relato dos acontecimentos.

    3. Sabe aquela entrevista que você tem quem fazer com as perguntas mais bestas do mundo? Então, é aqui que ela vai ser importante. Escolha uma das respostas óbvias que te foi dada e preencha os campos abaixo:

    De acordo com (nome do entrevistado e seu cargo, não necessariamente nesta ordem) (escreva a pergunta cretina)."(Escreva a resposta cretina)", afirmou.

    Você pode trocar o "De acordo com" por "Segundo (fulano de tal)" e o "afirmou" por "disse".

    4. Caso haja mais algum entrevistado, é hora de colocado na parada, ou melhor, na matéria. Normalmente os jornalistas fazem assim: "Já de acordo com (nome do indivíduo e seu cargo), (o que ele disse). "(Frase que ele disse)".

    5. Agora escolha um título óbvio, com um verbo no presente.

    Voilá! Você já é jornalista! E nem precisa mesmo de diploma, né, gente?!

    Depois se você não tiver informação verdadeira e com qualidade, não venha reclamar!



    Categoria: Oficina da Notícia
    Escrito por Marília P. G. às 22h01
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    Como criar verdades!

    Eu não conhecia esta história... mas achei interessante mostrar como o Notícias Populares agia e manipulava a mente humana - dos seus leitores -  e como o povo realmente gostava deste tipo de coisa!

    A história do Bebê diabo

    Em 1975 eu trabalhava pela manhã como repórter policial no jornal Correio Metropolitano, em Santo André, no ABC, e à tarde no jornal Notícias Populares, pertencente ao Grupo Folha, como repórter especial. José Lázaro Borges Campos, falecido, amigo inesquecível, era o editor de polícia do NP. Ibrahim Ramadan, nessa época, o diretor de redação. Eu e o "Lazão", assim ele era conhecido, morávamos em Santo André e todos os dias seguíamos juntos para o NP, no 5° andar da Folha de S. Paulo, na Alameda Barão de Limeira. No mês de maio daquele ano corria forte um boato dando conta do nascimento de um bebê que tinha chifres e rabo, num hospital de São Bernardo, ABC, que aterrorizava enfermeiras, médicos, falava grosso e até soltava fogo pela boca.


    Com o passar dos dias, o boato se alastrou de tal forma que em todos os cantos das sete cidades do ABC só se falava nessa estranha criatura. Não faltavam padres, médicos, psiquiatras, pessoas do povo e até dados científicos para comentar sobre um possível nascimento de uma criança-monstro nesse hospital de São Bernardo. Com tantos comentários, Lázaro Campos me incumbiu de apurar os fatos e escrever uma nota sobre esse boato para o NP de domingo. Falei com a direção do Hospital São Bernardo, enfermeiras (os) e médicos. O engraçado é que algumas enfermeiras mostravam nervosismo e chegavam até a rezar o Pai Nosso quando eu tocava nesse assunto. Na verdade, garantiram-me os médicos, um bebê nascera com um prolongamento no cóccix e duas pequenas saliências na testa, problemas resolvidos com uma simples cirurgia na própria maternidade.

    Escrevi esse relato, sem nenhum sensacionalismo, no dia 10 de maio de 1975, um sábado e deixei o texto, de 30 linhas, sobre a mesa do Lázaro. O jornal estava para ser fechado e eu desci para esperá-lo na padaria da esquina. Fomos embora juntos, sem comentar nada sobre jornal. No domingo pela manhã percebi que a banca de revistas perto de casa estava repleta de pessoas comprando o NP. Curioso, me aproximei e consegui o último exemplar que trazia a seguinte manchete: Bebê-diabo nasce em SBC". Fui à página 5 e gelei. Minha assinatura estava abaixo da manchete forçada. Fiquei apavorado, temendo processo e a demissão do jornal por justa causa.
     
    Quando Lázaro Campos passou em casa, me recusei a sair para trabalhar. Mas, com seu jeito "mineiro", me convenceu, afirmando que assumiria a culpa da manchete, caso a direção se manifestasse desfavoravelmente. Entrei cabisbaixo no prédio da Folha. Na verdade, estava apavorado. Fiquei mais ainda quando recebi o aviso para me dirigir, imediatamente, com o Lázaro, à sala de Octávio Frias de Oliveira, dono do Grupo Folha. Entramos assustados na sala de Frias, esperando um sermão, antes da demissão. Pelo contrário. O homem, que eu ainda não conhecia pessoalmente, estava sorrindo e nos estendeu a mão, cumprimentando pela manchete e informando que, pela primeira vez na história, o NP bateu todos os recordes de venda em bancas.


    Custei a acreditar que tudo aquilo era verdade. Segurava a xícara com café, oferecida pelo Frias, com dificuldade, tremendo e ouvindo somente elogios. E a ordem era para darmos sequência no assunto. E assim foi feito. A notícia tornara-se uma bola de neve. A tiragem do periódico, que era de 80 mil exemplares, ultrapassara a marca dos 200 mil. O povo acreditou na história e o NP começou a inventar uma saga para o bebê-diabo. O caso permaneceu na primeira página do jornal por inacreditáveis 37 dias.


    Nas manchetes que seguiram, o bebê-diabo infernizou pessoas, pulou em telhados, pediu sangue para beber, tocou campainhas, palitou os dentes com um facão e até parou um táxi à noite, deixando o motorista assustado ao falar que o destino da corrida seria o inferno. Amado por uns, odiado por outros e temido por milhares, o bebê-diabo aterrorizou moradores de São Paulo e do Brasil, mesmo sem ter existido.


    Edward de Souza é jornalista, escritor e radialista

    (Extraído do http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=5903)



    Categoria: Oficina da Notícia
    Escrito por Marília P. G. às 17h10
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    Coisas interessantes de saber!

    Eu conhecia esta história:

    SOS significa Save our Soul (Salve nossas almas!)

    E o Wikipédia me contou esta história:

    SOS é um dos sinais mais usados e enviado em situações de emergência de um indivíduo. Quando enviado em código morse consiste em três pontos (correspondente à letra S), três traços (correspondente à letra O) e novamente três pontos (• • • – – – • • •) - oralmente diz-se "dit dit dit dah dah dah dit dit dit".

    No uso popular, SOS foi associado a frases como Save Our Seamen ("Salve nossos marinheiros"), Save our Ship ("Salve nosso Navio"), Survivors On Shore ("Sobreviventes na costa") ou Save Our Souls ("Salve nossas almas"). Essas frases no entanto vieram depois como forma de ajudar a lembrar as letras corretamente (um retro-acrônimo). Sendo um código, as letras de SOS não tem um significado por si mesmas.

    Então tá, né?!



    Escrito por Marília P. G. às 16h43
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    E no busão - parte 1.234

    Sei que eu conto milhões de histórias de ônibus, fazer o quê, faz parte do meu cotidiano e é onde eu gasto algumas horas do meu dia...

    Terça eu estava voltando para casa, já eram 20h15, sentei sozinha no banco, deixando o assento próxima a janela vazio, afinal eu desço logo no primeiro ponto e tal... Tava ali, sossegada, quando olho pro lado e UMA BARATA estava ali, sentada comigo!!! surpreso Não era uma baratona, era uma baratinha, bem pequenininha, mas já foi o suficiente para eu me levantar e ir sentar em outro lugar. Falei pra moça que tava do meu lado: "Só falta agora a barata voar!"

    Mas, não, ela não voou. AINDA BEM!



    Categoria: Pequenos Reparos - Cotidiano
    Escrito por Marília P. G. às 21h31
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    Para refletir...

    O resfriado escorre quando o corpo não chora.
    A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
    O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
    O diabetes invade quando a solidão dói.
    O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
    A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
    O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
    A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
    As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
    O peito aperta quando o orgulho escraviza
    O coração enfarta quando chega a ingratidão.
    A pressão sobe quando o medo aprisiona.
    As neuroses paralisam quando a"criança interna" tiraniza.
    A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.



    Categoria: O Ronco do Motor - Literatura
    Escrito por Marília P. G. às 19h34
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    Vida de pobre sem sorte

    Mas, ó, vou falar outra coisa: só não participei do concurso porque realmente não saberia responder a todas as perguntas (nem sei o nome do aparelho que mede os batimentos cardíacos, o que dizer da marca?!) e também porque o prazo tinha passado =)

    Mas tenho participado de tudo quanto é concurso pra ver se ganho qualquer coisa né?! Mesmo que seja uma bicicleta que nunca usarei mas posso trocar por outra coisa (Feira do Rolo!).

    Só que o duro é que além de pobre querendo ganhar qualquer coisa de grátis, sou sem sorte... E até hoje, não ganhei nada!!! =(



    Categoria: Pequenos Reparos - Cotidiano
    Escrito por Marília P. G. às 19h28
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    Eu quero um carro, porra!

    Juro que recebi um e-mail falando para escolher entre as marcas de TENIS, ROUPAS DE GINÁSTICA, BEBIDAS, PARADINHA DE MEDIR OS BATIMENTOS CARDIACOS E TAL que EU mais gosto e concorrer a UMA LINDA BICICLETA! BICICLETA!!!!!

    Responda desejada: QUANTOS LANCHES DO MC DONALDS DÁ PRA TROCAR EM UMA BICICLETA HEIN?!

    SOU SEDENTÁRIA, PORRA! Tenho nem idéia deste tipo de coisa, credo! E depois de preencher um questionário ridículo deste ainda ia concorrer a uma bicicleta?! BICICLETA? Que que eu ia fazer com uma coisa destas!

    Mas, ó, nem discrimino quem curto estas paradas de vida saudável, não me chamando pra almoçar, tá tudo certo!



    Categoria: Pequenos Reparos - Cotidiano
    Escrito por Marília P. G. às 19h23
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    Oficina do Eleitor

    Acho que quase nunca falo deste tema aqui, né?!

    E nem vou falar muito, só dizer que os partidos não sabem realmente o que representam porque a gente vê partidos de esquerda se coligando com os de centro, os de centros se coligando com os de direita, os de direita se coligando com os de esquerda... Uma zona! Ideologia? Cazuza já diz: "Eu quero uma para viver"!

    Mas... eu também não sou a melhor pessoa para dar aula de política...

    Então, vou deixar um teste bacana que recebi por e-mail (valeu, Gizela!) para vocês verem com qual candidato você concorda mais! Comigo, deu certinho!

    http://veja.abril.com.br/eleicoes/eleicoes-2010-teste-candidatos-pensa-voce.shtml



    Escrito por Marília P. G. às 18h59
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    A vida em francês

    As aulas de francês estão bien. Tão bien que hoje fui assistir uma "homenagem" a Edith Piaf, de graça, e adorei.

    Vontade de só falar em francês agora!

    Mais je ne parle pas bien...



    Categoria: Pequenos Reparos - Cotidiano
    Escrito por Marília P. G. às 00h16
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    EU SOU CORINTHIANS! 100 VEZES CORINTHIANS!

    E aí? Vestiu seu manto alvinegro hoje? Eu vesti!

    Comentários?

    Dos que não eram corinthianos: credo, tira essa camisa feia!

    Dos felizes loucos como eu: aí sim! Parabéns!

    Sem falar das deliciosas conversas protagonizadas com desconhecidos corinthianos:

    Eu: Bonita camisa!

    Desconhecido: A sua também é!

    Eu: Obrigada!

    E continuamos felizes para sempre!



    Categoria: Repórter Corinthiana
    Escrito por Marília P. G. às 21h02
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